quarta-feira, 3 de setembro de 2014

 
Voltamos ✌

Poríferos,saiba um pouco...

Os poríferos, também conhecidos como espongiários ou simplesmente esponjas, surgiram provavelmente há cerca de 1 bilhão de anos. Supõe-se que eles sejam originados de seres unicelulares e heterótrofos que se agrupam em colônias.
Veja o texto:
Talvez ao tomar banho, você goste de se ensaboar usando uma esponja sintética, feita de plástico ou de borracha, ou uma bucha vegetal.
 
 
Mas você já pensou em tomar banho ensaboando-se com o esqueleto de algum animal?
 
 
 
 
 
Antes da invenção das esponjas sintéticas, as esponjas naturais eram muito usadas pelas pessoas para tomar banho e na limpeza doméstica, para esfregar panelas e copos, por exemplo. A esponja natural é o esqueleto macio de certas espécies de animais do grupo dos poríferos; esses esqueletos são feitos de um emaranhado de delicadas fibras de uma proteína chamada espongina.
Esses animais não possuem tecidos bem definidos e não apresentam órgãos e nem sistemas. São exclusivamente aquáticos, predominantemente marinhos, mas existem algumas espécies que vivem em água doce.
Os poríferos vivem fixos a rochas ou a estruturas submersas, como conchas, onde podem formar colônias de coloração variadas. Podem ses encontrados desde as regiões mais rasas das praias até profundidades de aproximadamente 6 mil metros. Alimentam-se de restos orgânicos ou de microorganismos que capturam filtrando a água que penetra em seu corpo, como veremos adiante. Por sua vez, servem de alimento para algumas espécies de animais, como certos moluscos, ouriços-do-mar, estrelas-do-mar, peixes e tartarugas.
 
 
Organização do corpo dos poríferos
O corpo de um porífero possui células que apresentam uma certa divisão de trabalho. Algumas dessas células são organizadas de tal maneira que formam pequenos orifícios, denominados poros, em todo o corpo do animal. É por isso que esses seres recebem o nome de poríferos (do latim porus: 'poro'; ferre: 'portador').
Observe no esquema abaixo que a água penetra no corpo do animal através dos vários poros existentes em seu corpo. Ela alcança então uma cavidade central denominada átrio. Observe também que a parede do corpo é revestida externamente por células achatadas que formam a epiderme. Já internamente, a parede do corpo é revestida por células denominadas coanócitos.
Cada coanócito possui um longo flagelo. O batimento dos flagelos promove um contínuo fluxo de água do ambiente para o átrio do animal. A essa água estão misturados restos orgânicos e microorganismos, que são capturados e digeridos pelos coanócitos. O material digerido é então distribuído para as demais células do animal. Como a digestão ocorre no interior de células, diz-se que os poríferos apresentam digestão intracelular.
Os poríferos são animais filtradores, já que filtram a água que penetra em seu corpo, retirando dela alimento e gás oxigênio. Depois disso, a água com resíduos do metabolismo desses animais é eliminada para o ambiente por meio de uma abertura denominada ósculo.
O esqueleto das esponjas é formado por diversos tipos de substâncias. Entre elas destacam-se as espícolas de calcário ou de sílica, com formas variadas, e uma rede de proteína chamada espongina.
 Em certas esponjas, o esqueleto não possui espículas, mas tem a rede de espongina bastante desenvolvida. As esponjas desse tipo é que foram muito utilizadas no passado para banho e limpeza doméstica como no texto acima.
 
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SINDROMES E DOENÇAS DO SISTEMA NERVOSO









Tumores Cerebrais

* a doença:Um tumor cerebral benigno é uma massa anormal, mas não cancerosa, de tecido cerebral. Um tumor cerebral maligno é qualquer cancro no cérebro com capacidade para invadir e destruir tecido adjacente ou um cancro que se espalhou (que criou metástases) pelo cérebro vindo de outro lugar do corpo através da corrente sanguínea.No cérebro podem crescer vários tipos de tumores benignos. O nome que recebem depende das células específicas ou dos tecidos onde têm origem: os schwannomas têm a sua origem nas células de Schwann que revestem os nervos; os ependimomas, em células que cobrem a superfície interna do cérebro; os meningiomas, nas meninges, ou seja, no tecido que cobre a superfície externa do cérebro; os adenomas, nas células glandulares; os osteomas, nas estruturas ósseas do crânio, e os hemangioblastomas, nos vasos sanguíneos. Alguns tumores cerebrais benignos (como os craniofaringiomas, os cordomas, os germinomas, os teratomas, os quistos dermóides e os angiomas) podem estar presentes já no momento de nascer.Os meningiomas são habitualmente benignos, mas podem reaparecer depois de serem extirpados. Estes tumores são mais freqüentes nas mulheres, aparecendo normalmente entre os 40 e os 60 anos, mas podem começar a desenvolver-se na infância ou inclusive mais tarde. Os sintomas e os perigos inerentes a estes tumores dependem do seu tamanho e da rapidez do seu crescimento, assim como da sua localização no cérebro. Se crescerem demasiado, podem causar uma deterioração mental semelhante à demência.Os tumores cerebrais malignos mais freqüentes são as metástases de um cancro que teve a sua origem noutra parte do corpo. O cancro da mama ou do pulmão, o melanoma maligno e o cancro de células sanguíneas como a leucemia e o linfoma podem propagar-se ao cérebro. As metástases podem desenvolver-se numa única área do cérebro ou então em várias.
* os sintomas:Os sintomas aparecem quando o tecido cerebral é destruído ou quando a pressão no cérebro aumenta; tais circunstâncias podem ocorrer quer o tumor cerebral seja benigno, quer seja maligno. No entanto, quando o tumor cerebral é uma metástase proveniente de um cancro distante, o doente pode também ter sintomas relacionados com esse cancro. Os sintomas de um tumor cerebral dependem do seu tamanho, do seu crescimento e da sua localização. Os tumores em certas partes do cérebro podem alcançar um tamanho considerável antes de os sintomas se manifestarem; pelo contrário, noutras partes do cérebro, mesmo um tumor pequeno pode ter efeitos devastadores.A dor de cabeça é normalmente o primeiro sintoma, embora a maioria das dores de cabeça se deva a causas diferentes de um tumor cerebral. Uma dor de cabeça devida a um tumor cerebral reaparece geralmente com frequência ou é permanente; é muitas vezes intensa; pode aparecer em pessoas que nunca sofreram dores de cabeça; acontece de noite e já está presente ao acordar. Outros sintomas precoces e frequentes de um tumor cerebral consistem na falta de equilíbrio e de coordenação, enjoo e visão dupla. Em fases mais avançadas podem aparecer náuseas e vómitos, febre intermitente, um pulso e uma frequência respiratória anormalmente rápidos ou anormalmente lentos. Pouco antes de falecer podem ocorrer grandes flutuações da pressão arterial.
* o diagnóstico:O médico suspeita da presença de um tumor cerebral quando uma pessoa apresenta alguns dos sintomas característicos. Apesar de muitas vezes se poder detectar uma função anormal do cérebro no decurso de um exame físico, para estabelecer o diagnóstico devem utilizar-se outros procedimentos. Uma simples radiografia do crânio e do cérebro é de pouca utilidade no diagnóstico de tumores cerebrais (salvo em raros casos de um meningioma ou de um adenoma da hipófise). Todos os tipos de tumores do cérebro são visíveis numa tomografia axial computadorizada (TAC) ou numa ressonância magnética (RM), as quais podem medir com precisão o tamanho e a localização do tumor. Quando um tumor cerebral aparece numa TC ou numa RM, efetuam-se exames complementares para determinar o seu tipo exato. Os tumores da hipófise descobrem-se geralmente quando eles comprimem os nervos da visão ao ponto de chegar a afectá-la. As análises ao sangue mostram valores anormais das hormonas hipofisárias e o tumor pode habitualmente ser diagnosticado com uma TAC ou uma RM.
* o tratamento:
O tratamento de um tumor cerebral depende do tipo e da localização do mesmo. Quando é possível, o tumor é extirpado cirurgicamente. Durante a intervenção cirúrgica pode, habitualmente, praticar-se uma biopsia, extirpar o tumor ou parte do mesmo. Em alguns casos não se pode aceder de forma segura ou direta a tumores que se encontram em partes profundas do cérebro. Nestes casos, pode praticar-se uma biopsia com uma agulha guiada por uma técnica de orientação tridimensional; trata-se de uma técnica por meio da qual a agulha é guiada por um dispositivo de imagem para o tumor, do qual se extraem células por aspiração. Muitos tumores cerebrais podem extirpar-se provocando pouco dano ao cérebro ou mesmo nenhum.A cirurgia causa por vezes lesões cerebrais que podem implicar uma paralisia parcial, alterações nos sentidos, debilidade e deficiência intelectual. No entanto, a extirpação de um tumor é necessária se o seu crescimento afetar estruturas cerebrais importantes. Mesmo em casos em que a extirpação não pode curar o cancro, a cirurgia pode ser útil para reduzir o tamanho do tumor, aliviar os sintomas e permitir ao médico determinar com exatidão de que tipo de tumor se trata e se outro tipo de tratamento poderia ser adequado.Alguns tumores benignos devem ser extirpados, dado que o seu crescimento progressivo em locais com um espaço limitado pode causar lesões graves e inclusive a morte. Sempre que for possível, devem extirpar-se os meningiomas e isso pode habitualmente fazer-se de maneira total e segura. No entanto, os meningiomas muito pequenos e os que se desenvolvem nas pessoas mais velhas não devem extirpar-se. Geralmente, os tumores benignos, como os schwannomas e os ependimomas, podem tratar-se de maneira semelhante. Em alguns casos depois da extirpação aplica-se radioterapia para destruir qualquer célula que tenha ficado.Muitos tumores cerebrais, e em especial os malignos, são tratados com uma combinação de cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Depois de se ter extirpado a maior quantidade possível de tumor, inicia-se a radioterapia. Esta não cura habitualmente o cancro cerebral, mas pode reduzi-lo suficientemente para o manter sob controlo durante muitos meses e mesmo anos. A quimioterapia utiliza-se para tratar certos tipos de cancro cerebral. Os cancros cerebrais, metastáticos ou primários, podem responder à quimioterapia.Um aumento de pressão sobre o cérebro é muito grave e requer atenção médica imediata. Habitualmente, administram-se fármacos como o manitol e os corticosteróides por via venosa para reduzir a pressão e prevenir a herniação. Por vezes, coloca-se um pequeno artefacto dentro do crânio para medir a pressão cerebral, com o objectivo de que o tratamento possa ser adaptado às circunstâncias.A abordagem terapêutica das metástases cerebrais depende em grande medida da zona onde teve origem o cancro. Muitas vezes, efectua-se radioterapia nos tumores cancerosos do cérebro. A extirpação cirúrgica pode ser útil se houver apenas uma metástase. Para além dos tratamentos habituais, existem outros experimentais que implicam o uso de quimioterapia, a colocação de implantes radioactivos dentro do tumor e também a radiocirurgia.
* o prognóstico:Apesar do tratamento, só 25 % dos doentes com cancro no cérebro vivem mais de dois anos. O prognóstico é ligeiramente melhor em tumores como os astrocitomas e os oligodendrogliomas, os quais não costumam reproduzir-se durante os 3 a 5 anos posteriores ao tratamento. Cerca de 50 % dos doentes tratados por um meduloblastoma sobrevivem mais de 5 anos.O tratamento do cancro cerebral tem mais possibilidades de êxito em pessoas com menos de 45 anos, nas que sofrem de astrocitoma anaplásico em vez de glioblastoma multiforme e naquelas cujo tumor pode ser extirpado cirurgicamente em grande parte ou na sua totalidade.


Acidente Vascular Cerebral (AVC)

É um distúrbio grave do sistema nervoso. Pode ser causado tanto pela obstrução de uma artéria, que leva à isquemia de uma área do cérebro, como por uma ruptura arterial seguida de derrame. Os neurónios alimentados pela artéria atingida ficam sem oxigenação e morrem, estabelecendo-se uma lesão neurológica irreversível. A percentagem de óbitos entre as pessoas atingidas por AVC é de 20 a 30% e, dos sobreviventes, muitos passam a apresentar problemas motores e de fala.Algum dos factores que favorecem o AVC são a hipertensão arterial, a elevada taxa de colesterol no sangue, a obesidade, o diabetes melito, o uso de pílulas anticoncepcionais e o hábito de fumar.
* Tipos:O primeiro tipo, e o mais comum deles, é devido à falta de irrigação sanguínea num determinado território e adquirido através da dieta rica em gorduras. Seus níveis alterados, especialmente a elevação da fração LDL (mau colesterol, presente nas gorduras saturadas, ou seja, aquelas de origem animal, como carnes, gema de ovo etc.) ou a redução da fração HDL (bom colesterol) estão relacionados à formação das placas de aterosclerose.*Tabagismo: O hábito é prejudicial à saúde em todos os aspectos, principalmente naquelas pessoas que já têm outros fatores de risco. O fumo acelera o processo de aterosclerose, diminui a oxigenação do sangue e aumenta o risco de hipertensão arterial.*Consumo excessivo de bebidas alcoólicas: quando isso ocorre por muito tempo, os níveis de colesterol se elevam; além disso, a pessoa tem maior propensão à hipertensão arterial.*Diabetes: é uma doença em que o nível de açúcar (glicose) no sangue está elevado. A medida da glicose no sangue é o exame de glicemia. Se um portador desta doença tiver sua glicemia controlada, tem AVC menos grave do que aquele que não o controla.*Idade: quanto mais idosa uma pessoa, maior a sua probabilidade de ter um AVC. Isso não impede que uma pessoa jovem possa ter.*Sexo: até aproximadamente 50 anos de idade os homens têm maior propensão do que as mulheres; depois desta idade, o risco praticamente se iguala.*Obesidade: aumenta o risco de diabetes, de hipertensão arterial e de aterosclerose; assim, indiretamente, aumenta o risco de AVC.*Anticoncepcionais hormonais: Atualmente acredita-se que as pílulas com baixo teor hormonal, em mulheres que não fumam e não tenham outros fatores de risco, não aumentem, significativamente, a ocorrência de AVC.

Ataques Epilépticos

Epilepsia não é uma doença mas sim um sintoma que pode ocorrer em diferentes formas clínicas. As epilepsias aparecem, na maioria dos casos, antes dos 18 anos de idade e podem ter várias causas, tais como anomalias congénitas, doenças degenerativas do sistema nervoso, infecções, lesões decorrentes de traumatismo craniano, tumores cerebrais, etc.Cefaleias As Cefaleias são dores de cabeça que se podem propagar pela face, atingindo os dentes e o pescoço. A sua origem está associada a diversos factores como tensão emocional, distúrbios visuais e hormonais, hipertensão arterial, infecções, sinusites, etc.A enxaqueca é um tipo de doença que ataca periodicamente a pessoa e se caracteriza por uma dor latejante, que geralmente afecta metade da cabeça. As enxaquecas são frequentemente acompanhadas de foto fobia (aversão a luz), distúrbios visuais, náuseas, vómitos, dificuldades em se concentrar, etc. As crises de enxaqueca podem ser desencadeadas por diversos factores, tais como tensão emocional, tensão pré-menstrual, fadiga, actividade física excessiva, jejum, etc.

Doenças degenerativas do sistema nervoso

Existem vários factores que podem causar morte celular e degeneração. Esses factores podem ser mutações genéticas, infecções virais, drogas psicotrópicas, intoxicação por metais, poluição, etc. As doenças nervosas degenerativas mais conhecidas são a esclerose múltipla, a doença de Parkinson, a doença de Huntington e a doença de Alzheimer.

Esclerose Múltipla

Manifesta-se por volta dos 25 a 30 anos de idade e é mais frequente nas mulheres. Os primeiros sintomas são alterações da sensibilidade e fraqueza muscular. Pode ocorrer perda da capacidade de andar, distúrbios emocionais, incontinência urinária, quedas de pressão, sudorese intensa, etc. Quando o nervo óptico é atingido, pode ocorrer diplopia (visão dupla ).

Doença de Parkinson


Manifesta-se geralmente a partir dos 60 anos de idade e é causada por alterações nos neurónios que constituem a "substância negra" e o corpo estriado, dois importantes centros motores do cérebro. A pessoa afectada passa a apresentar movimentos lentos, rigidez corporal, tremor incontrolável, além de acentuada redução na quantidade de dopamina, substância neurotransmissora fabricada pelos neurónios do corpo.

Doença de Huntington

Começa a manifestar-se por volta dos 40 anos de idade. A pessoa perde progressivamente a coordenação dos movimentos voluntários, a capacidade intelectual e a memória. Esta doença é causada pela morte dos neurónios do corpo estriado. Pode ser hereditária, causada por uma mutação genética.

Doença de Alzheimer

Esta doença manifesta-se por volta dos cinquenta anos e caracteriza-se por uma deterioração intelectual profunda, desorientando a pessoa que perde, progressivamente a memória, as capacidades de aprender e de falar.Esta doença é considerada a primeira causa de demência senil. A expectativa média de vida de quem sofre desta moléstia é entre cinco e dez anos, embora actualmente muitos pacientes sobrevivam por 15 anos ou mais.Através do Alzheiner, ocorrem alterações em diversos grupos de neurónios do cortex-cerebral e é uma doença hereditária. Não existe uma prevenção possível para esta doença. Só um tratamento médico-psicológico intensivo do paciente, que visa mantê-lo o maior tempo possível em seu tempo normal de vida. Com a ajuda da família e a organização de uma assistência médico-social diversificada é possível retardar a evolução da doença.Em 1993, a Food and Drug Administration autorizou a comercialização nos Estados Unidos, do primeiro remédio contra a doença - THA (tetrahidro-amino-acrime) ou tacrine.

Doenças infecciosas do sistema nervoso

Vírus, bactérias, protozoários e vermes podem parasitar o sistema nervoso, causando doenças de gravidade que depende do tipo de agente infeccioso, do seu estado físico e da idade da pessoa afectada.Existem diversos tipos de vírus podem atingir as meninges (membranas que envolvem o sistema nervoso central), causando as meningites virais. Se o encéfalo for afectado, fala-se de encefalites. Se a medula espinal for afectada, fala-se de poliomielite. Infecções bacterianas também podem causar meningites.O protozoário Plasmodium falciparum causa a malária cerebral, que se desenvolve em cerca de 2 a 10% dos pacientes. Destes, cerca de 25% morrem em consequência da infecção. O verme platelminto Taenia solium (a solitária do porco) pode, em certos casos, atingir o cérebro, causando cisticercose cerebral. A pessoa adquire a doença através da ingestão de alimentos contaminados com ovos de tênia. Os sintomas são semelhantes aos das epilepsias.

*Doença dos Nervos Cranianos:

Do cérebro saem 12 nervos (chamados nervos cranianos), que se dirigem directamente a várias partes da cabeça. À excepção do nervo craniano VIII, que processa a audição e ajuda a manutenção do equilíbrio, os nervos cranianos III a XII controlam os movimentos dos olhos, da língua, da cara e da garganta. Os nervos cranianos V e IX recebem a sensibilidade da face, da língua e da garganta. O nervo craniano I é o nervo olfactivo, ou nervo do olfacto. O nervo craniano II é o nervo óptico ou nervo da visão. Qualquer perturbação nestes nervos pode determinar uma perda grave da sua função, mas as doenças mais frequentes são basicamente três: a nevralgia do trigémio, a nevralgia glossofaríngea e a paralisia de Bell.*Paralisia de Bell:
Paralisia de Bell é uma espécie de paralisia facial. É causada por lesões para o 7 º craniana coração, e não é duradoura. É a razão da popularidade quase paralisia facial. Infecções virais como herpes, caxumba, ou HIV, e infecções bacterianas como a tuberculose podem induzir a inflamação e inchaço facial do coração que provoca paralisia de Bell. Um tumor, circunstância ou neurológicos causados pela doença crônica pode também chefe de paralisia de Bell. O stress, gravidez, e a diabetes são também factores de risco da paralisia de Bell. Diabéticos são muito mais do que 4 vezes quanto possível para produzir o transtorno do que na população geral.Paralisia de Bell afeta apenas um dos pares nervos faciais e uma posição da bochecha, no entanto, em casos incomuns, é possível impacto ambos os lados. Não existe um padrão claro de cura ou tratamento para a paralisia de Bell. O tratamento pode participar como aciclovir medicamentos usados para combater infecções virais combinada com uma droga anti-inflamatórias, tais como os esteróides prednisona utilizadas para reduzir a inflamação e inchaço. Analgésicos como aspirina, acetaminofeno, ibuprofeno ou maio aliviar dores, mas devido a possíveis interações medicamentosas. Procedimentos cirúrgicos para descomprimir o nervo facial, foram tentados, mas não foram provadas benéfico. Em geral, cirurgia para descompressão paralisia de Bell para aliviar a pressão sobre o nervo é controversa e raramente é recomendada.abaixo, seguem imagens sobre o antes o durante e o depois de uma cirurgia para corrigir a Paralisia de Bell, imagens: 1, 2 e 3

* Nevralgia do Trigémio:

A nevralgia do trigêmeo acomete um nervo chamado trigêmeo, e ocorre sempre de um só lado (metade) da face, numa das seguintes três regiões: testa, bochecha (maxila) ou região da arcada dentária inferior (mandíbula). A dor é sempre somente naquela mesma região. O problema costuma se iniciar numa idade mais avançada que aquela do início da enxaqueca.Não basta ter dor numa destas regiões para se dizer que a pessoa tem nevralgia do trigêmeo. É preciso, também, que a dor seja em "choque elétrico". Sabe aquela dor que a gente sente no cotovelo, quando, acidentalmente, mexe com aquele nervo que fica do lado do osso, pra dentro? É o mesmo tipo de dor - um tipo de "choque". Só que no caso da nevralgia do trigêmeo, é uma sequência muito rápida de vários desses "choques", um atrás do outro, que surge de repente, sem dar sinal. Cada "choque" dura fração de segundo, e cada sequência de choques não dura mais de vários segundos.Ao contrário da enxaqueca, os "choques" da nevralgia do trigêmeo podem ser desencadeados por fatores físicos, como o ato de fazer a barba, o contato daquela região do rosto com água fria, o contato da região interna daquele lado da boca com comida, com a escova de dentes, além de outros fatores, como tossir ou espirrar, ou até o ato de falar!A causa do problema está ligada, na maioria dos casos, a uma compressão do nervo trigêmeo, perto da sua raiz. Outros casos são devidos a um problema chamado desmielinização, onde o nervo vai perdendo a sua "capa" externa de proteção. Outras causas envolvem a presença de tumores ou problemas nas artérias. Todas estas causas devem ser pesquisadas, pois podem provocar a nevralgia. Certos problemas dentários também podem desencadear o problema.O tratamento não é simples. Usa-se, muito frequentemente, um remédio de nome genérico carbamazepina, que geralmente é muito eficaz, na dose correta. Outros remédios podem ser utilizados, entre eles, o baclofeno, o valproato de sódio, a fenitoína, a pimozida e o clonazepam.Sem o uso de remédios, pode-se ter sucesso com a acupuntura. Ela deve ser tentada antes de outras medidas mais drásticas, e também junto com os remédios, no intuito de tornar possível a diminuição das dosagens.Caso não ocorra melhora, pode-se fazer um bloqueio na parte externa do ramo do nervo que está causando a dor. O bloqueio é feito com uma injeção local, de um tipo de álcool, o que resultará numa região da face anestesiada por 6 a 12 meses. Durante esse período, a grande maioria dos pacientes fica sem dor. Mas após, a dor pode retornar, e caso isso aconteça, pode-se optar por novo bloqueio, ou um recurso chamado rizotomia por radiofrequência ou por glicerol. Consiste em queimar aquele nervo com correntes de radiofrequência ou com a substância glicerol. Resulta em anestesia por períodos muito mais prolongados. Em teoria, a injeção de glicerol destruiria as fibras menores primeiro, resultando numa diminuição da dor, mas, também teoricamente, sem perda da sensação de tato. Na prática, às vezes, é diferente. Esses procedimentos são realizados com anestesia local e sedação leve. A rizotomia por radiofrequencia, embora seja mais invasiva e exija mais sedação enquanto o cirurgião "queima" o nervo, é um procedimento mais controlável, pois ele pode determinar por quanto tempo quer manter a corrente. Ao passo que o glicerol, uma vez injetado, fica lá até se dissolver por si mesmo.Por fim, o último recurso é uma cirurgia, na qual se exploram as regiões mais profundas do trajeto do nervo, dentro do crânio, no intuito de encontrar uma compressão desse nervo.
Bye,bye!! :)
 

terça-feira, 6 de maio de 2014

As Algas ☺☻Bio II

ALGAS...
 
 
 
 
◘O termo alga denomina organismos eucarísticos fotossintetizantes, com organização corporal simples, que vivem no mar, em lagos, em rios ou em superfícies úmidas. Grande parte da algas é unicelular, mas há diversas espécies multicelulares. Quanto à estrutura interna, porém, as algas não apresentam tecidos nem órgãos diferenciados como ocorrem nas plantas.
 
CLOROFÍCEAS OU ALGAS VERDES:
◘Existem espécies unicelulares e multicelulares. Cores variam entre verde intenso até tons de verde acastanhado ou acinzentado. A maioria é aquática, com espécies marinhas e espécies de água doce; umas poucas vivem em barrancos e troncos de árvores em locais de grande umidade.
 
Tipo de clorofila: a e b
Componentes da parede celular: celulose
Substância de reserva: amido
Pigmentos carotenos e diversas xantofilas
 

 
FEOFÍCEAS OU ALGAS PARDAS:
São multicelulares e vivem no mar. A cor das feofíceas vai do bege claro ao marrom-amarelado. Nos mares tropicais há poucas espécies. Algumas espécies acumulam carbonato de cálcio na parede celular, o que lhes conferem um aspecto petrificado.
Tipos de clorofila: a e c
Pigmentos: carotenos, fucoxantina e outras xantofilas
Substância reserva: óleos e laminarina
Componentes da parede celular: celulose e algina
 
RODOFÍCEAS OU ALGAS VERMELHAS:
◘A maioria é multicelular. São abundantes nos mares tropicais, mas também ocorrem em água doce e em superfícies úmidas. A cor pode variar do vermelho ao roxo-escuro. O talo é geralmente ramificado, com estrutura especializada na fixação ao substrato.
Tipos de clorofila: a e d
Pigmentos: carotenos, diversas xantofilas, ficoeritrina e ficocianina
Substância reserva: amido das florídeas
Componentes da parede celular: celulose, ágar e carragenina
 
DIATOMÁCEAS:
◘ São unicelulares e vivem principalmente em mares de água fria, mas há varias espécies em lagos de água doce. Suas células são recobertas por uma carapaça denominada fúrcula, constituída por bióxido de silício. Em muitas espécies a fúrcula é formada por duas partes encaixadas.
 
Tipos de clorofila: a e c
Pigmentos: carotenos, fucoxantina e outras xantofilas
Substância reserva: óleos
Componentes da parede celular: dióxido de silício
 
CRISOFÍCEAS OU ALGAS DOURADAS:
 ◘A maioria é unicelular e há tanto espécies marinhas como de água doce. Os pigmentos marrom meio amarelados e a iridescência (refletir cor) produzida pela sílica ressente na parece celular conferem a algumas espécies um aspecto dourado.
Tipos de clorofila: a e c
Pigmentos: carotenos, fucoxantina e outras xantofilas.
Substância reserva: óleos e crisolaminarina, um polissacarídeo.
Componentes da parede celular: celulose (alguns casos com dióxido de silício)
 
EUGLENÓIDES:
 
◘ A maioria é de água doce. São organismos unicelulares livres, ou seja, natantes, cuja célula não apresenta parede celular. Em geral apresentam dois flagelos, um curto, que não chega a emergir da célula e outro longo, usado para locomoção. A cor verde de muitos euglenóides deve-se à presença de numerosos cloroplastos. Entretanto, há espécies sem cloroplastos, cuja nutrição é exclusivamente heterotófica.
Tipos de clorofila: a e b
Pigmentos: carotenos e xantofilas
Substância reserva: paramilo
Componentes da parede celular: sem parede celular 
 
DINOFLAGELADOS:
◘São unicelulares. A maioria vive no mar e, junto com as diatomáceas, constituem parte importante do fitoplâncton oceânico. Os dinoflagelados têm dois flagelos, o que lhes permitem deslocar-se rodopiando. 
 
Tipos de clorofila: a e c
Pigmentos: carotenos, peridina e diversas xantofilas.
Substância reserva: amido e óleos
Componentes da parede celular: celulose
 
CAROFÍCEAS:
◘São multicelulares de água doce que crescem geralmente ancoradas a fundos submersos. Seu talo é complexo, muitas espécies acumulam carbonato de cálcio nas paredes celulares o que lhes confere um aspecto áspero e petrificado. A cor normalmente é esverdeada tendendo para o castanho-acinzentado.
Tipos de clorofila: a e b
Pigmentos: carotenos e xantofilas
Substância reserva: amido
Componentes da parede celular: celulose e carbonato de cálcio
 
 
 
REPRODUÇÃO:
♥Assexuada: por divisão binária, a célula divide-se por mitose, originando dois novos indivíduos. Em muitas algas filamentosas, ocorre a reprodução por fragmentação de talos.
 
♥Sexuada: em algumas algas unicelulares cada organismo comporta-se como um gamela. Dois indivíduos sexualmente maduros fundem-se e originam uma célula diploide contida no interior de um envoltório, formando o zigosporo. A célula diploide do sigósporo passa por meiose e origina quatro novos indivíduos haploides, que poderão reproduzir-se assentadamente ou repetir o ciclo sexuado.
 
IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA E ECONÔMICA DAS ALGAS:
 
o fitoplâncton é a base de sustentação das cadeias alimentares nesses ecossistemas. O plâncton é responsável por quase 90% de toda a fotossíntese realizada no planeta, logo ele é responsável por quase todo o gás oxigênio presente na atmosfera.
 
DIVERSAS ALGAS SÃO COMESTÍVEIS
 
De algumas algas vermelhas são extraídas substâncias economicamente importantes, como o agar e a carragenina.
 
 
    
 
   "A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos."     
 
 
Adm: Eulália 
xx
                                      

terça-feira, 22 de abril de 2014

Algumas Curiosidades sobre Fungos



                    


☺Fungos carnívoros
               

Existem aproximadamente 50 espécies de fungos carnívoros. Por exemplo, o
Arthrobotryx anchonia captura nematódes, pequenos vermes muito abundantes
no solo. Para esse efeito, possui uma armadilha em forma d anel que estrangula as
presas.
 
☺Função Ecológica
 
Associados a bactérias, atuam no ambiente como reguladores naturais na
população de outros organismos. Daí o seu papel para a manutenção da biosfera ter
importância igual à das plantas. Sem os fungos, a vida tal qual é hoje na terra,não
seria possível, pois eles são agentes da decomposição, permitindo a reciclagem de
nutrientes.
 
 
☺Refrigerantes
Isso mesmo os refrigerantes também são produtos fúngicos, porque a maioria
tem ácido cítrico, produzido por um fungo, o Aspergillus lividus, que é usado
industrialmente. (O nome do ácido sugere que é produzido a partir de frutas cítricas,
e de fato, assim era no passado. Hoje todo o ácido cítrico consumido é produzido a
 partir do Aspergillus lividus.)
 
 
☺O Mofo
 
mofo é uma espécie de fungo – um micro-organismo que está em todos os lugares: na água, no ar e no solo. Essas criaturas viajam pelo ar e adoram lugares úmidos e bem escuros para se reproduzir!
Por isso, se uma parede estiver com uma infiltração ou uma peça de roupa estiver guardada há muito tempo no guarda-roupa, a chance do bolor aparecer é muito grande.Quer saber como  eliminar essa praga das roupas? Limpe com uma escova de cerdas duras e depois lave com um removedor de manchas!E depois disso, nada de esquecê-la no fundo do armário de novo. Já a parede precisa ser pintada novamente. Certos tipos de bolores podem causar mal à saúde humana. No entanto, algumas espécies desses fungos são benéficas, sendo muito utilizadas na produção de queijos, como o gorgonzola,e em medicamentos, como a penicilina. O gênero do bolor preto do pão é Rhizopus.

☺A penicilina

 
Um dos usos mais importantes dos fungos é, sem dúvida, a produção de medicamentos. A primeira e a mais famosa de todas as substâncias medicamentosas extraída dos fungos foi a penicilina, antibiótico natural derivado de um fungo, o bolor do pão Penicillium chrysogenum (ou P. notatum), descoberta em em 15 de setembro de 1929 por Alexander Fleming, e está disponivel como fármaco desde 1941, sendo o primeiro antibiótico a ser utilizado com sucesso e o primeiro antibiótico a ser produzido industrialmente.
O uso da penicilina foi generalizado com a II Guerra Mundial, em que desempenhou um papel determinante, salvando muitas vidas.
 
 
Recentemente, foi encontrado um fungo gigante na Floresta Nacional Malheur, no estado de Oregon, Estados Unidos. O Armillaria ostoyae, conhecido como 'cogumelo do mel', devido à sua cor amarelada. Há cerca de 2.400 anos sua parte subterrânea (o micélio) vem crescendo entre as raízes de árvores e hoje ocupa uma área de 5,6 km e penetra cerca de 1 metro no solo. A partir de toda essa área que ele ocupa sob a terra é que aparecem os cogumelos (estruturas relacionadas à sua reprodução). Quando surgiu, no entanto, devia ser tão pequeno, que podia ser visto somente com um microscópio.

Obs:. O fungo Armillaria ostoyae chega a medir quilômetros de comprimento e metros de diâmetro. Considerado possivelmente o maior ser vivo, ele vive no subsolo e é produto da fusão sexual de incontáveis filamentos, os micélios.
 
 
Fontes: http://abelzassoeyan.blogspot.com.br/2012/07/curiosidades-sobre-fungos.html
            http://reinofungi10.blogspot.com.br/2008/09/fungo-gigante.html
 
 
FIQUE POR DENTRO ☺☻♥
 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

7 curiosidades sobre o cérebro que você não sabia!

1.O cérebro não sente dor
 
O cérebro não tem receptores de dor. Por isso, neurocirurgias podem ser feitas com o paciente acordado. As dores de cabeça são sentidas por receptores de dor na própria cabeça, não no cérebro.
 
 
2.Há grandes diferenças entre os lados do cérebro
O cérebro é formado por dois hemisférios. O esquerdo é voltado aos pensamentos racionais e analíticos. Já o direito cuida dos pensamentos conceituais e visuais. Eles trabalham de forma invertida. Ao machucar a mão direita, a dor é processada pelo hemisfério esquerdo, por exemplo. Além disso, o homem pode sobreviver mesmo depois de perder completamente um dos hemisférios.
 
 
 
3.O cérebro dos homens é maior do que o das mulheres
 
Embora a diferença seja de apenas 10%, o cérebro dos homens é maior do que o das mulheres. O cérebro feminino possui mais células nervosas do que o masculino. Além disso, ele prioriza as emoções, enquanto o masculino prioriza a lógica.
 
4.O cérebro é mais ativo enquanto o homem dorme
 
O cérebro processa intensamente as informações coletadas durante o dia enquanto você dorme. Alguns pesquisadores acreditam que esse fenômeno é responsável pelos sonhos. Tirar um cochilo durante o dia pode ajuda a ter mais disposição e foco para trabalhar.
 
 
5. É possível manipular sonhos
 
Apesar de parecer apenas o roteiro de um filme de ficção, como “A origem”, a manipulação de sonhos é possível. O termo Sonho Lúcido, que descreve o fenômeno, foi criado na década de 1880 pelo psiquiatra alemão Frederik Willem van Eeden. Mas esse tipo de sonho só ganhou força quase um século depois, na década de 1960.
 
 
6. Não se sabe por qual motivo o homem dá risada
O riso é um fenômeno exclusivamente humano, que começa aos 4 meses de idade. A risada é algo contagioso e difícil de fingir. Até hoje, os cientistas não descobriram o que desencadeia o riso em certas situações ou o que leva alguns a acharem graça em uma mesma piada.
 
 
 
7. O QI mais alto do mundo é de 210
O coreano Kim Ung-yong é o homem que tem o QI mais alto do mundo. Aos seis meses de idade, já começou a falar. Aos oito meses, entendia álgebra. Começou a frequentar o curso de física na Universidade de Hanyang aos 4 anos. Quando se formou, foi convidado pela Nasa para continuar seus estudos nos EUA.
 
 
 
 
 
Até mais... :D :) :* 
 
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Tatuagens, entenda esse universo (=

Se as células da pele se renovam, por que a tatuagem não sai com o tempo?
 
Simplesmente porque as tatuagens são feitas numa das camadas mais profundas da pele, que não sofre renovação. É bom lembrar que o tecido que recobre nosso corpo é formado por três camadas principais: a epiderme, mais externa; a derme, intermediária; e a hipoderme, a mais profunda de todas. Das três, a única que está em constante renovação é a epiderme. "As tatuagens são feitas com injeção de pigmentos diretamente na derme, que não se renova", diz a dermatologista Solange Teixeira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
 
 
 
 
Os tatuadores usam finas agulhas que penetram cerca de 2 milímetros no tecido e, então, injetam gotas de tinta lá dentro, na derme. É por esse motivo que as tatuagens não saem do corpo, enquanto um risco de caneta, que só atinge a epiderme, desaparece com água e sabão. Entretanto, caso não tenham sido bem-feitas, elas podem acabar ficando borradas com o tempo. Isso ocorre, por exemplo, quando a agulha não atinge a derme ou quando a tinta é de baixa qualidade. Os desenhos também podem perder definição em virtude da ação de células de defesa da pele, que tentam isolar os pigmentos por entender que eles são uma agressão ao organismo.
 
 
 
Entenda como é feita a remoção de uma tatuagem
 
Fazer uma tatuagem dói, dependendo do tamanho demora e pode sair caro. Mas nada que se compare à dor, à demora e ao preço de se tirar uma tatuagem – coisas que não garantem, no entanto, que sua pele ficará sem marca alguma. Por isso, é bom pensar muito, muito e daí mais um pouquinho na hora de fazer uma, para ter certeza de que o desenho e as cores vão ficar do seu agrado.
 

Uma tatuagem, na prática, é a aplicação com agulhas de pigmentos de tinta na derme, a camada interna da pele. Por isso, não se engane: vai doer. Alguns locais doem menos, como coxas e costas, por terem mais músculos. Outros, como pés e costelas, doem bem mais. Cada pessoa tem uma tolerância diferente à dor, então enquanto algumas sofrem horrores, outras encaram tudo com tranquilidade. Na hora de fazer a primeira, no entanto, é bom levar em consideração que a possibilidade de doer não é nada remota.
Ao contrário do que muitos pensam hoje em dia, uma tatuagem não é fácil de tirar.
Está cada vez mais comum as pessoas fazerem uma tatuagem pensando ‘ah, depois se eu mudar de ideia, eu tiro’. Não é tão fácil. Laser não é borracha.

É verdade, no entanto, que a tecnologia melhorou. No passado, tirar uma tatuagem só era possível com cirurgia ou abrasão (literalmente “lixar” a pele até a derme para retirar os pigmentos na marra) – procedimentos doloridos que deixavam cicatrizes feias. Hoje, o laser dói, mas dói bem menos, e na maioria dos casos não deixa cicatriz – embora possa não retirar o desenho por completo.



O que o laser faz é destruir o pigmento de tinta. Desfeito em vários pedaços, ele acaba absorvido pela pele. Há diversos tipos de laser, que funcionam melhor em cores específicas. A cor mais fácil de tirar é a preta, e, logo, as cores mais escuras costumam sair mais fácil. Verde, azul claro, vermelho e rosa têm uma dificuldade intermediária. O amarelo é a cor mais difícil, independente da cor da pele da pessoa.


Quanto maior e mais profundo for o desenho mais difícil é a remoção. Pequenas tatuagens escuras são as mais fáceis e quase sempre são eliminadas. Mas, como cada pessoa tem uma resposta diferente do organismo, ninguém garante que a tattoo seja apagada como um todo.

Não podemos garantir que a pele da pessoa ficará exatamente como era antes da tatuagem. Às vezes ela fica mais fina e sensível, mas sem atrapalhar muito. Outras vezes ficam restos de tinta que o laser não consegue apagar. Algumas cores podem mudar de tom e não sair. E, às vezes, as cores saem, mas a pele fica marcada com uma sombra, mais clara ou mais escura, exatamente no formato do desenho.

 
 Normalmente são necessárias várias sessões para retirar uma tatuagem, quantidade que varia, obviamente, com a extensão, a profundidade e a diversidade de cores do desenho. Os preços são por sessão e variam muito, dependendo do profissional, do aparelho, da cidade e da cor a ser apagada. Dificilmente, no entanto, uma sessão sairá por menos de R$ 600.


God vibes... Até a próxima